quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

CAPS de Itaituba desempenha seu papel social.

O CAPS de Itaituba tornou-se um ponto de referência aos usuários de acompanhamento psiquiátrico que agora dispõem de um local acolhedor e profissionais capacitados para informações e procedimentos médicos. Por seu trabalho de excelência, o centro recebeu esta semana a visita de uma equipe técnica da Universidade de Brasília (UNB), coordenada pela pesquisadora do departamento de psicologia Miriam Senghi Soares.

A coordenadora disse que ficou impressionada com a forma como o município, através da prefeitura vem trabalhando essa questão, acrescentando que o CAPS de Itaituba apresenta um perfil humanizado pelo fato de a equipe acolher muito bem os usuários. Destacou ainda que vai intermediar a captação de recursos para este setor através dos órgãos competentes.

A Política Nacional de Saúde Mental, apoiada na lei 10.216/02, busca justamente consolidar um modelo de atenção à saúde mental aberto e de base comunitária. Isto é, mudança do modelo de tratamento: no lugar do isolamento, o convívio com a família e a comunidade.

Nesse contexto, o Centro de Atenção Psicossocial (CAPS) de Itaituba desempenha o seu papel social de acolher os pacientes com transtornos mentais, estimular sua integração social e familiar, apoiá-los em suas iniciativas de busca da autonomia, oferecer-lhes atendimento médico e psicológico. Sua característica principal é buscar integrá-los a um ambiente social e cultural concreto, designado como seu “território”, o espaço da cidade onde se desenvolve a vida cotidiana de usuários.

A unidade do CAPs de Itaituba, que funciona na 6ª rua do bairro Jardim das Araras, atende atualmente cerca de quinhentos usuários, e de acordo com a coordenadora Anne Kelly, são mais de oitenta consultas por mês com médicos clínicos gerais e psiquiatras, além da distribuição gratuita de remédios.
Miriam Senghi Soares - Pesquisadora

Ascom-PMI 

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